Como Verity mudou minha forma de pensar

Ilustração sombria de thriller psicológico com casa isolada, máquina de escrever, manuscrito e silhuetas de protagonistas de Verity.

Eu nunca fui de ler thrillers, mas *Verity* me pegou de surpresa. No terceiro capítulo, já estava acordada às 3h da manhã, hipnotizada pela tensão entre Lowen e o manuscrito diabólico de Verity. Algo me dizia: *vai se arrepende se parar agora*.

Enquanto lia, senti o frio percorrer a espinha. A cada página do manuscrito em primeira pessoa, a verdade sobre o casamento de Verity com Jeremy parecia mais insuportável. Essa é a parte mais controversa: você vai se questionar se o horror é real ou uma invenção literária. Lembro de ter feito anotações furiosas em um caderno, tentando decifrar se aquele texto cruel era confissão ou ficção.

Alguém me perguntou recentemente: vale a pena comprar o físico em vez de um PDF grátis? Claro, respondi. A edição brasileira custa R$38,50 com desconto (use o código *VEMNOAPP* para garantir). O formato impreso preserva as duas fontes distintas de narrativa — crucial para sentir o clima psicológico do livro. Imprimir seria mais caro e prejudicaria a experiência.

Outro ponto que me impactou: o final ambíguo. Enfiei o rosto no celular tentando ver comentários dos fãs do BookTok. Uns juram que a carta final é a verdadeira, outros defendem o manuscrito. É isso que torna o thriller tão viciante. Você se torna parte do debate, tentando desvendar o que é real.

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Se você gosta de histórias que fazem você repensar tudo o que leu, *Verity* é um presente para sua mente. Afinal, como a própria Colleen Hoover escreveu: ‘A verdade é uma coisa frágil, fácil de ser reinventada’.

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